Nó Albright: usado quando se quer prender um líder de linha mais grossa à linha principal, mais fina, e pode ser: monofilamento x monofilamento mais grosso, mono x fluorocarbono, mono x multifilamento, ou mono x aço encapado.
Nó de Sangue: usado quando vamos unir linhas de diâmetros iguais ou com até 50% de diferença de diâmetro.
Nó multi-mono: usado quando se quer unir monofilamento ou fluorocarbono à linha de multifilamento. É baseado no nó Albright, com modificação que visa sobrepor o multifilamento e deixá-lo mais apertado no fluorocarbono.
Nó Único (Nó Terminal): usado para amarrar anzóis, snaps, giradores, bóias e quase todas as situações, inclusive para amarrar as linhas aos carretéis de molinetes e carretilhas. Não é recomendado para linhas multifilamento.
Nó Palomar (Nó Terminal): usado para prender anzóis, giradores e snaps. Este nó é especialmente indicado para nós terminais com linhas multifilamento, pois é simples e de alta resistência.
Rabicho de correr: a chumbada desliza pelo corpo e a pernada é presa na extremidade. A montagem com apenas um anzol é uma das mais utilizadas pela facilidade de confecção. O princípio básico é permitir que a chumbada deslize livremente pela linha e pare num ponto desejável sem danificar o nó.
As miçangas são importantes para proteger o nó e permitir melhor movimentação da argola do girador ou da chumbada. As de plástico costumam ser mais resistentes que as de vidro. Essa montagem serve para pesca embarcada de fundo, de rodada e desembarcada. Antes de ser fisgado, o peixe leva a isca sem sentir o peso da chumbada, ganhando tempo para engoli-la.

